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Tuesday, 30 Aug 2016

conversa | Duplas Penetrações: Pornografia e Capitalismo

Porn Unipop

 

conversa | Duplas penetrações: Pornografia e Capitalismo

Terça-feira, 17 de Maio, 21h30

RDA49 (Regueirão dos Anjos, 49 - Lisboa)

 

A Unipop propõe uma série de conversas à volta de diferentes questões sobre género e sexualidade.

 

Começamos com um debate acerca da pornografia que visa abordar várias perspectivas, desde a sua economia libidinal até a uma análise das condições materiais da sua produção.

 

Que relação poderá ter a pornografia, e o modo como dispõe os corpos passivos e activos no seu consumo, com a experiência moderna do tempo, das relações, do desejo, das suas disjunções e interrupções? Que diz a pornografia com os cuidados de subjectivação de si, com os métodos pelos quais construimos uma sexualidade? Que relações materiais surgem na sua produção, na sua divulgação e no seu consumo?

 

Banquete Impróprio - A Vontade de Sabor

almoço unipop2016 net

 

Virando a página da austeridade entre uma crise e outra, a Unipop realiza um sumptuoso almoço de domingo no dia 31 de Janeiro (domingo).

 

Na Zona Franca dos Anjos, serão servidas doses opíparas de Chacuti de galinha e Lasanha de legumes, acompanhadas por intermináveis rodadas de ironia e ciência, numa excelente oportunidade para debater a situação política, metereológica e literária do mundo.

 

preço: 7 impróprias

 

Inscrições para o e-mail: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

 

Escola de Inverno Unipop 2015 | Europa, Movimentos e Poderes

Img escolainverno net

 

ESCOLA DE INVERNO UNIPOP 2015
EUROPA, MOVIMENTOS E PODERES
20, 21 e 22 de Novembro
Crew Hassan | Lisboa

 

Com a participação de Francisco Louçã, Ricardo Noronha, Luís Bernardo, José Neves, Alexandra Lucas Coelho, Francisco Freire, Guya Accornero, Jorge Ramos do Ó, Nuno Ramos de Almeida, Nuno Rodrigues, António Pedro Dores

 

Crew Hassan (Rua Andrade, 8 A, Lx)

 

Organização: Unipop

 

Inscrições
Frequência fim-de-semana + um exemplar à escolha de um dos livros indicados abaixo* – 20 euros;
Frequência um dia avulso10 euros.

 

Serão fornecidos materiais de leitura prévia.

 

O número de lugares está limitado ao espaço disponível.

 

A inscrição deve ser feita por transferência bancária, através do NIB 0035 0127 00055573730 49 (à ordem de Associação Unipop), seguida de e-mail com o comprovativo para This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it .

 

* Livros disponíveis para escolha, com limite do stock disponível: Manifesto Contrassexual, de Paul B. Preciado; Quem canta o Estado-nação, de Judith Butler e Gayatri Spivak; Direito de fuga, de Sandro Mezzadra; As palavras da História, de Jacques Rancière; A morte de Luigi Trastulli, de Alessandro Portelli; Estranhos corpos políticos, de Diego Palácios Cerezales. (Todas as informações sobre os livros em http://www.unipop.info/edicoes-unipop.html.)

 

Ao longo de três dias de discussão, a Unipop propõe reflectir sobre alguns dos principais problemas políticos da actualidade e possíveis respostas. O primeiro dia será dedicado à discussão de escalas, espacialidade e mapas da política, com particular destaque para a questão europeia. O segundo dia incidirá sobre acontecimentos e movimentos populares e sociais que nos últimos anos, e em diferentes pontos do mundo, do Brasil ao Mediterrâneo, determinaram mudanças políticas significativas. O terceiro dia, finalmente, trata de equacionar os tipos e formas de poder político e os problemas a ele associados, prestando particular atenção à relação entre as esquerdas e o Estado.

 

Programa

 

Dia 1 | 20 de Novembro | O neoliberalismo nasceu com o Euro?

O debate em torno da crise, e das possíveis respostas económicas e políticas, tem sido marcado por uma oposição entre um plano nacional e um plano europeu, mesmo se, no contexto português, esta oposição ter sido recentemente matizada com a aproximação entre PS, de um lado, e PCP e BE, do outro. Importa, assim, discutir as implicações e possíveis efeitos de cada proposta face ao actual contexto, sem descurar a sua análise histórica, questionando as possibilidades e os limites associados quer a uma opção que tenha como objectivo o regresso à soberania nacional e ao Estado-nação quer a uma opção de cariz federalista.

 

10h30 Abertura

 

11h Conferência
Limites da Construção Europeia, por Francisco Louçã (economista)

 

14h30 Mesa-redonda
O Euro nos limites da soberania
Luís Bernardo (historiador)
Ricardo Noronha (historiador)

 

16h30 Conferência
Nação, classes e indivíduo: sujeitos da história, sujeitos da política, por José Neves (historiador)

 

Dia 2 | 21 de Novembro | Sujeitos políticos e movimentos sociais

As rápidas alterações socioeconómicas que a crise financeira precipitou tiveram como contraponto a aparente emergência de novos sujeitos políticos. Discutindo o carácter cíclico das mobilizações ocorridas, inquirindo as suas dimensões nacionais mas também os efeitos de contágio por elas produzidos, e não deixando de olhar para as raízes históricas dos movimentos sociais, interrogamos sobre quem e o que é o sujeito político actualmente.

 

11h Debate
Discussão sobre o documentário de Adrià Rodriguéz KAIRÓS. The reinvention of democracy in the Mediterranean.

 

14h30 Mesa-redonda
Há novos sujeitos políticos pós-2008?
(Brasil, Primaveras Árabes, Europa do Sul)
Alexandra Lucas Coelho (jornalista)
Francisco Freire (antropólogo)
Guya Accornero (socióloga)

 

17h Debate
Discussão sobre interseccionalidade, políticas de identidade e movimentos sociais, a partir do filme The Black Power Mixtapes (1967-1975), de Göran Olsson.

 

Dia 3 | 22 de Novembro | Estado, política e representação

Os sucessos eleitorais, circunscritos mas significativos, de partidos como o Syriza e o Podemos, ou mais recentemente a aproximação de PCP e BE à esfera governativa, levantaram de novo a questão do papel do Estado e da possibilidade deste ser instrumentalizado a favor de políticas emancipatórias ou, pelo menos, potenciador de alternativas à gestão neoliberal da economia. Esta é, de resto, uma questão que já tinha sido colocada há mais de uma década no contexto sul-americano, com a eleição de vários governos de esquerda. Importa por isso questionar uma vez mais a possibilidade, ou não, da efectivação de uma transformação significativa das estruturas económicas e sociais hegemónicas a partir do lugar do Estado, e interrogar os modos através dos quais esse mesmo Estado se relaciona com movimentos e lutas que lhe são exteriores.

 

11h Conferência
Pode o Estado ser instrumento de transformação?, por Jorge Ramos do Ó (historiador)

 

14h30 Mesa-redonda
Estado e transformação social
(Populismo, potência destituinte, RBI)
Nuno Ramos de Almeida (jornalista)
Nuno Rodrigues (geógrafo)
António Pedro Dores (sociólogo)

 

17h Debate
Discussão sobre o videoclipe «Horas de Matar», dos Mão Morta.

 

Manifesto Contrassexual | Paul B. Preciado

Preciado capa net250px

Outubro 2015 | 212 pp. | PVP € 12,00 | Preço em unipop.info € 10 (portes para Portugal incluídos)

Clique aqui para encomendar o seu exemplar com pagamento seguro via Paypal. Em alternativa, efectue uma transferência bancária no valor de € 10 (portes incluídos) para o NIB 0035 0127 00055573730 49, enviando de seguida um e-mail com o comprovativo, nome e morada para o endereço This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it .

 

Índice e Nota Introdutória, por Pedro Feijó (clique para descarregar)

 

Com um tom satírico e corrosivo, este livro traça a genealogia das tecnologias que criam a diferenciação sexual, demonstrando como a sua pretensa naturalidade é produzida por tecnologias sociais, políticas e somáticas. O sexo, diz-nos Preciado, não é a base fixa do género: é preciso olhar o corpo e vê-lo como construído; aí poderemos encontrar novos espaços de resistência.

Um mix media literário (juntando ilustração, exercícios, contrato social, análise literária, etc.), o Manifesto segue as pegadas de Foucault, Wittig, Haraway, Deleuze e Butler, entre outras, para se tornar numa importante contribuição para o feminismo e uma política crítica. Esta é a primeira obra de Preciado editada em Portugal e uma óptima introdução à prática e teoria queer.

Paul B. Preciado (1970) é filósofo, curador e professor na Universidade Paris VIII. É também autor de Testo Yonqui (2008), El Terror Anal (2009) e Pornotopia (2011).
Mais do que isso, Preciado é um corpo cuja história é marcada pela sua filosofia: administra-se hormonas, deixa de se chamar Beatriz, escreve sobre o seu sexo, desfaz-se enquanto Sujeito.

 

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